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Aula 1
Revolução Francesa (1789 – 1799):
“Ancién Régime E Gênese Do Processo Revolucionário”.
Aula 2
Revolução Francesa (1789 – 1799):
Do Antigo Regime Ao Terror Revolucionário Do Ano II
Aula 3
Revolução Francesa (1789 – 1799):
Da Reação Termidoriana Ao Golpe Do 18 Brumário
Aula 4
Período Napoleônico (1799 – 1815): Ruptura Ou Continuidade?
Aula 5
Congresso De Viena, Reação Conservadora E… Revoluções
Aula 6
Revolução Francesa (1789 – 1799):
Discussão Historiográfica E A Revolução No Cinema

Revolução Francesa

12 HORAS DE AULAS

CONTEÚDO

Aula 1
Revolução Francesa (1789 – 1799):
“Ancién Régime E Gênese Do Processo Revolucionário”.

· Atualidade do tema.
· Controvérsias históricas sobre o fenômeno revolucionário.
· A Revolução Francesa como ponto de partida para profundas reviravoltas políticas e sociais.
· Revolução Francesa ou “revoluções francesas”?
· A França do Antigo Regime: estrutura socioeconômica, crise fiscal e contradições sociais.
· A revolução como confluência de 4 processos revolucionários.
· O que é e quem é o Terceiro Estado?
· Mentalidade pré revolucionária: o Iluminismo foi decisivo para o desencadeamento da revolução?
· Dos Estados Gerais à Monarquia Constitucional.
· A “Noite dos Milagres” e a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão.
· O 14 de Julho, as “Jornadas Populares” e a participação feminina na revolução.
· Jacques-Louis David e a arte revolucionária:
“O Juramento dos Horácios” (1784) e “O Juramento do Jogo da Péla” (1791).
· “La Nuit de Varennes” e a radicalização do processo revolucionário.
· O simbolismo de “La Marseillaise”.

Revolução Francesa

Aula 2
Revolução Francesa (1789 – 1799):
Do Antigo Regime Ao Terror Revolucionário Do Ano II

· Ameaça externa, contrarrevolução aristocrática interna e pressões populares: a
revolução se radicaliza.
· 10 de agosto de 1792: invasão das Tulherias e instauração da Primeira República.
· Simbolismo do Calendário Revolucionário.
· Julgamento, execução de Luís XVI e aprofundamento do processo revolucionário.
· Convenção Nacional: o Jacobinismo no poder e o Terror Revolucionário.
O Jacobinismo segundo Trotsky e Albert Mathiez.
· “Ça Ira” e a mentalidade revolucionária.
· Exército Revolucionário, Reforma Agrária e Constituição do Ano I.
· Limites e contradições do Jacobinismo.

Aula 3
Revolução Francesa (1789 – 1799):
Da Reação Termidoriana Ao Golpe Do 18 Brumário

· Significado histórico da Reação Termidoriana: a alta burguesia retoma o controle da revolução.
· A Reação Termidoriana segundo Eric Hobsbawm.
· O governo do Diretório e os limites da revolução.
· Babeuf e a “Conspiração dos Iguais”.
· O Exército como “fiel da balança”.
· O general Bonaparte e o Golpe do 18 Brumário.

Aula 4
Período Napoleônico (1799 – 1815): Ruptura Ou Continuidade?

· O significado histórico do 18 Brumário:
estabilização, consagração dos ideais burgueses e unidade nacional.
· “La Grande Armée” e o abalo do Antigo Regime europeu.
· Análise do Código Civil Napoleônico.
· Bonapartismo: da glória ao ocaso.
· Leitura da pintura “Napoleão I no seu Trono Imperial”, de Jean-Auguste Dominique
Ingres: estética, simbolismo e glorificação.
· Rivalidade anglo-francesa e o Bloqueio Continental.
· A Campanha da Rússia e o desastre da “Grande Armée”.
· Abdicação de Fontainebleau, Governo dos Cem Dias e Waterloo.
· O Bonapartismo como vertente política: atualidade do tema.
· Tchaikovsky – 1812 Overture:
“La Marseillaise” versus “Deus Salve o Czar”.

Aula 5
Congresso De Viena, Reação Conservadora E… Revoluções

· Análise do século XIX: o século das revoluções.
· O Congresso de Viena e a reconfiguração geopolítica da Europa.
· Restauração, Legitimidade, Equilíbrio e... Compensações.
· 1815 – 1848: forças de conservação versus forças de contestação.
· A Legitimidade reside nas dinastias do Antigo Regime ou na Nação como representação do povo?
· Santa Aliança: instrumento político-militar da reação conservadora europeia.
· Forças político-ideológicas em ação:
Liberalismo, Democracia, Socialismo e Nacionalismo.
· Vitórias e fracassos da ideia de revolução.
Estudo de casos: Portugal, Grécia, Polônia e França.
· 1848: “Primavera dos Povos”.
· Frédéric Chopin e a “Polonaise”: tradução do ideal nacional polonês.
· A emergência do Nacionalismo e a Unificação Política da Itália.
· Verdi: Nabucco / Ato 3 – “Va Pensiero”: a música como resistência à opressão.

Aula 6
Revolução Francesa (1789 – 1799):
Discussão Historiográfica E A Revolução No Cinema

· A permanência das controvérsias:
· Jacques Godechot e Robert Palmer: a Revolução Francesa como parte das “Revoluções Atlânticas”.
· Edmund Burke e a vertente
contrarrevolucionária.
· A análise marxista-leninista e a ideia de “Bloco Revolucionário” em Albert Soboul e Georges Lefebvre.
· A concepção marxista libertária em Daniel Guérin: não havia “Bloco Revolucionário” no Ano II.
· François Furet e o Revisionismo Liberal.
· Michel Vovelle e as mentalidades revolucionárias.
· Atual estágio das discussões historiográficas.
· A Revolução Francesa no Cinema:
· Jean Renoir (“La Marseillaise/1938);
· Ettore Scola (“La Nuit de Varennes” – “Casanova e a Revolução”/1982).
· Andrzej Wajda (“Danton, O Processo da Revolução/1983).

Sabe-se que estudar História faz com que nos voltemos para o passado em busca de respostas às inquietações do tempo presente, mesmo porque, como nos ensinou o historiador francês Marc Bloch (1886 – 1944), “a incompreensão do presente nasce da ignorância do passado”.

Portanto, são os tempos sombrios que nosso país está atravessando, com o avanço de uma pauta autoritário conservadora, o desgaste das instituições republicanas e um esgarçamento do conceito de cidadania – tempos nos quais “engenheiro é mais importante que cidadão” –, que impulsionou o resgate da REVOLUÇÃO FRANCESA e seus ideais de “Liberté, Égalité,
Fraternité”. Ainda que apenas esboçados e não plenamente realizados, estes valores civilizacionais estão à disposição daqueles que se sentem pouco confortáveis e inquietos com os rumos da distopia brasileira atual.

Eles podem ser referências para a resiliência e a construção de um novo projeto de nação, que seja essencialmente inclusivo, mais justo e fraterno. Nesse sentido, resgatar o processo revolucionário francês que há duzentos anos abalou as instituições político-jurídicas e as estruturas socioeconômicas do Antigo Regime, pode ser um bom ponto de partida para repensarmos nosso próprio projeto civilizatório. Afinal, como observou o historiador Eric Hobsbawm (1917 – 2012), “Felizmente, a Revolução Francesa ainda está viva. Pois Liberdade, Igualdade e Fraternidade e os valores da razão e do Iluminismo – os valores que construíram a civilização moderna – são mais necessários do que nunca, na medida em que o irracionalismo, a religião fundamentalista, o obscurantismo e a barbárie estão, mais uma vez, avançando sobre nós.” (HOBSBAWM, Eric. Ecos da Marselhesa: dois séculos reveem a Revolução Francesa. São Paulo: Companhia das Letras, 1996. p. 127.)

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Prof. Adhemar Marques

Bacharel e Licenciado em História pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.

Especialista em História Moderna e Contemporânea pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.

Coautor de diversas obras de História para o Ensino Fundamental, Ensino Médio e Cursos de Graduação de Professores de História.

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Revolução Francesa

O estudo da Revolução Francesa será precedido de uma “AULA CONVITE” disponibilizada aos interessados e na qual serão elencadas as razões da escolha do tema, sua importância histórica e a atualidade do mesmo.
Também a historiografia e como o cinema vem abordando o processo revolucionário serão contemplados neste primeiro momento.

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